O número de vereadores da Câmara de Imperatriz passou de 13 para 21. Portanto, mais 8 a partir do dia primeiro de janeiro de 2013. Mas não haverá necessidade de construção de mais gabinetes. A sala da assessoria de imprensa, por exemplo, passará a ser o gabinete do vereador Zé Carlos. Agora não se sabe para onde vai a assessoria de imprensa...
Um debate caloroso foi travado, na manhã dessa terça-feira (23), no plenário da Assembleia Legislativa do Maranhão. O deputado Bira do Pindaré (PT) afirmou, contundentemente, que o presidente do Senado, José Sarney, e o atual prefeito de São Luís, João Castelo, estão aliados nas eleições. O petista elencou fatos tentando comprovar a aliança, como a ausência da presidenta Dilma Rousseff na campanha de Edivaldo Holanda. Para o deputado, Dilma não compareceu porque o senador José Sarney, “pelos caminhos que somente ele conhece, interveio para evitar a participação dela na disputa eleitoral”. Ora, o que teria demais nisso? ...
Na Câmara, foi reaceso o debate do projeto de lei de autoria do deputado Rubens Bueno, do PPS do Paraná, que propõe endurecer a punição para quem divulgar pesquisas eleitorais fraudulentas. A multa passaria a ser de até R$ 1 milhão. Em outra iniciativa, o líder do PDT, deputado André Figueiredo, do Ceará, recolhe assinaturas de parlamentares na tentativa de criar a CPI dos Institutos de Pesquisa. Segundo ele, a iniciativa tem o apoio de 80% dos líderes das bancadas partidárias da Câmara.
Ontem, almoçando em um restaurante na companhia de um secretário municipal e de outros aliados, a vereadora eleita Caetana (PSDB) falou em alto e bom tom que vai disputar a eleição para a presidência da Câmara. “Sou vereadora. Tenho os mesmos direitos. Serei candidata”, afirmou. Como um repórter estava próximo à mesa dela, um dos acompanhantes da vereadora perguntou-lhe: pode colocar no jornal? Pode sim, respondeu Caetana. Como se vê, a vereadora eleita está mesmo disposta a enfrentar o “trator” Hamilton Miranda, atual presidente. Além dos dois, no grupo do prefeito Madeira há o vereador eleito Esmerahdson ...
A oposição poderá lançar um candidato a presidente da Câmara, embora sabendo da remota possibilidade de vitória. O candidato poderia ser o vereador eleito Carlos Hermes (PCdoB). O partido elegeu dois. Além dele, tem Marco Aurélio. Há um petista, Aurélio Gomes da Silva. Os outros eleitos pelas coligações contrárias ao PSDB já podem ser considerados madeiristas desde criancinhas. Portanto, seguirão o candidato do prefeito...
Consta que a ex-candidata a prefeita, Rosângela Curado, já teria sido procurada pelo grupo de oposição ao governo do Estado. Haveria até a possibilidade dela compor a chapa majoritária como vice de Flávio Dino. Se vai ter coragem de romper com o seu grupo, aí são outros quinhentos. Mas motivos tem...
As eleições terminaram no dia 7, mas em alguns municípios da região o martelo ainda não foi batido em definitivo. Aguarda-se ainda decisões da Justiça Eleitoral, como é o caso de Amarante. É esperar.
Em São Luís, foi denunciada a formação de uma suposta milícia em favor do candidato a prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC), que disputa o segundo turno com João Castelo (PSDB). Um vídeo mostra policiais falando que agirão numa “coisa muito louca”, que será pior do que “o grupo que matou Osama Bin Laden”. Ontem à tarde, Holanda Junior divulgou nota afirmando que o vídeo foi montado, mas admite que participou de uma reunião “com bombeiros, militares e suas famílias, que têm todo o direito de se manifestar fora do seu horário de trabalho. São cidadãos e cidadãs ...
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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