Bastidores

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Alô, cabo Jota

Na manhã de ontem, em plena Dorgival Pinheiro, um caminhão, desses grandões, provocou um quilométrico engarrafamento, do viaduto até a rua Paraíba.
 

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Dragas e camelôs

Em mais de um aspecto, dragas e camelôs têm tudo a ver. A exploração desenfreada promovida pelas dragas é motivo de reclamações constantes por aqueles que não suportam ver o Tocantins, maior patrimônio natural de Imperatriz, ser dilapidado. Além de tornarem a paisagem uma coisa horrorosa, ponto de identificação com as barracas que tornam a avenida Getúlio Vargas, uma feiura; as dragas contribuem com seu produto - a areia - para destruírem as ruas da cidade, pela maneira que é transportada, molhada, derramando água por onde passa. Mais uma vez igual aos camelôs e aí, se inclui ...

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A propósito

É meio gozação, mas, se impossibilitado de retirar os camelôs, fica aqui a sugestão e veremos quem é dono de loja e explora esse tipo de comércio: façam um rodízio. Peguem um camelô que está em frente a uma determinada loja e mande-o para uma calçada outra, no quarteirão da frente, por exemplo. Da reação do proprietário, certamente, vamos descobrir uma nova categoria, o camelô preferido, ou de estimação, como queiram.
- Vai ter gente por aí justificando a preferência com o argumento de que "pelo menos esse eu conheço".

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Ela voltou

Destemida no governo José Sarney, quando dominava brasileiros e brasileiras, e domada no governo FHC por força do Plano Real, Dona Inflação voltou com força total. Quem está no mercado financeiro - a dona de casa sabe disso, quem trabalha paga na pele - vê a cada dia cair a estimativa de crescimento da economia e subir a projeção da inflação. Para este ano, nem janeiro acabou, já está para quase 6 por cento. Duro é que esse índice é estatística do governo. Quem vai ao Mercadinho ou à Feirinha do Bacuri e outras mais, sabe: a ...

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Abuso

Todo começo de ano é a mesma coisa e não se conhece ações dos quem de direito para combater o absurdo. O preço do material escolar em Imperatriz chega às alturas com uma variação de preços de mais de 300 por cento em relação a janeiro do ano que passou. Cores diferentes aqui, mudanças de layout ali, uma capa de caderno moderninha e pronto, está tudo preparado para justificar o aumento.

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Conta gotas

O combate a exploração dos preços é o ideal que nunca acontece, portanto, é só um rápido analgésico a sub-emenda do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) ao Projeto de Lei 337/2007, que permite abater no Imposto de Renda o valor de R$ 1.076,82. O valor é baixo e pior, não contempla famílias com filho bolsista em escolas particulares ou em escolas bancadas por entidades, Sesi, por exemplo, cujo material escolar tem que ser comprado.

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Alô, cabo Jota

A partir do dia 2 de fevereiro, os motoboys - motociclistas que usam o veículo para trabalhar com entregas - que não tiverem passado por curso de capacitação, não usarem colete com faixas reflexivas, nem trafegarem usando antena corta-pipa e protetor de pernas poderão ser multados pela fiscalização do trânsito. As determinações fazem parte de norma do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A norma vale também para os mototaxistas, que em Imperatriz já cumprem o requisito, menos o de usarem protetor de pernas.
- Perguntar não ofende: motoboy na cidade já foi cadastrado?

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Anotem!

Desde o final do governo Ildon Marques (2008) que Imperatriz possui uma das mais caras tarifas de transporte coletivo do Brasil.

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Coriolano Filho

Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe. Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função. editoria@oprogressonet.com