Em mais de um aspecto, dragas e camelôs têm tudo a ver. A exploração desenfreada promovida pelas dragas é motivo de reclamações constantes por aqueles que não suportam ver o Tocantins, maior patrimônio natural de Imperatriz, ser dilapidado. Além de tornarem a paisagem uma coisa horrorosa, ponto de identificação com as barracas que tornam a avenida Getúlio Vargas, uma feiura; as dragas contribuem com seu produto - a areia - para destruírem as ruas da cidade, pela maneira que é transportada, molhada, derramando água por onde passa. Mais uma vez igual aos camelôs e aí, se inclui muitos proprietários de loja que deixam o lixo a seu bel prazer, sujando a cidade. Aliás, há uma suspeita forte de que muitos camelôs seriam, na verdade, empregados de - feitas aqui as exceções que norteiam a praxe - donos de lojas. Muitos desses, inclusive, merecem uma ação da SEPLUMA, por conta das calçadas obstruídas. Se a gestão municipal resolver os problemas criados por esse trio - dragas, camelôs e calçadas obstruídas - a população de Imperatriz, pode-se dizer, ganhou o ano.