Não é nada fácil a vida do senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Candidato praticamente eleito à presidência do Senado, vê circular na internet abaixo-assinado contra sua volta. Só na manhã de sexta-feira, o protesto criado ONG Rio de Paz, com apoio do Movimento 31 de Julho, recebeu 3.000 assinaturas.
Renan, como se sabe, deixou a presidência do Senado em 2007 depois de escapar fedendo de dois processos de cassação para ter sobrevida política. Deu certo. Agora vem à tona no rastro das denúncias à época promovidas, que o procurador Geral da República, Roberto Gurgel, promoveu denúncia junto ao STF para o caso dos “Bois de Alagoas”, sob a suspeita da utilização de notas fiscais frias pelo senador para justificar a origem da renda que cobria a pensão da filha com a jornalista Mônica Veloso.
O prefeito de Grajaú, Júnior de Sousa Otsuka, realizou na noite de sexta-feira, audiência pública para prestar esclarecimento à população sobre a real situação em que encontrou a cidade. Mostrou em números um quadro de difícil situação financeira com os débitos encontrados e pediu paciência. “Não estamos aqui, simplesmente, para denunciar. Mas o quadro é descalabro”, afirmou.
A Câmara de Vereadores eleita para o mandato 2013-2016 é representativa e muito. Traduz o voto do cidadão mais simples ao empresário, passando pelo educador. Tem representante de diversos bairros, da Nova Vitória à Vila Cafeteira. Seu resultado traduz uma realidade de que se acabou o tempo em que só medalhões se elegiam. Se ela vai ser boa, é outra história. É aguardar pra ver.
A judicialização sofrida pela Saúde mais beneficia ricos que pobres. Isso pode ser observado tanto pelo lugar comum que aponta a facilidade que os mais abastados têm para ter acesso à Justiça em detrimento dos mais necessitados, como pela demanda que aporta na mesa de cada secretário. E aqui, além da quantidade dos protocolos, há casos que se destacam. Agora mesmo, há a determinação do atendimento para um paciente filho de profissional liberal e rico cujo valor do medicamento é 13 mil reais. Detalhe: o atendimento anterior em outro estado deixou de ser efetuado por falta de ...
O rio Tocantins está subindo. A constatação foi feita ontem pelo chefe da Defesa Civil, Francisco do Planalto, que está se prevenindo para não ser pego com as calças curtas.
Aliás
Tem um vereador de Imperatriz, recém-eleito, que foi pego com as calças curtas. Tempos atrás, o rapaz simplesmente abaixou as calças em frente ao Congresso Nacional como protesto contra os altos salários recebidos pelos parlamentares. Agora, adversários seus distribuem a imagem na net, seguida da frase: “E agora, ele vai protestar contra o próprio salário?”. - É uma maldade.
De qualquer forma, para político ou para o cidadão fica o alerta. É bom tomar cuidado com as atitudes, porque tá na letra do Chico Buarque e na mais simples conceituação popular: “...Amanhã será outro dia”.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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