Ontem o PDT realizou o seu encontro regional em Imperatriz. Cerca de 200 pessoas estiveram presentes. Vieram caravanas de vários municípios da região. Como não poderia deixar de ser, a tônica dos discursos foi a “oligarquia”, um assunto surrado que já não empolga mais. Nada de novo. Mas é o que a oposição tem para continuar a sua luta pelo poder. Renato Dionísio, militante histórico do PDT em São Luís, exagerou. Chegou a dizer que o ex-governador Jackson Lago “foi assassinado pela ditadura tupiniquim, perversa”. Lago morreu no dia 4 de abril de 2011 em São Paulo, ...
Anunciado como um dos prováveis integrantes da comitiva que veio de São Luís, o ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB) não compareceu. O motivo, não se sabe. Mas, esperto como é, não está colocando os pés diante das mãos. Pode até ser que apoie Flávio Dino, mas há no caminho a deputada Eliziane Gama, pretensa candidata a governadora pelo PPS.
A assessoria do prefeito Sebastião Madeira (PSDB) informou que ele não foi convidado para o encontro do PDT. No evento do PPS ele esteve presente, mas não significa que possa seguir o partido em 2014. Madeira já escolheu o seu lado – da governadora Roseana Sarney.
Uma das principais figuras do PDT no estado, o médico Igor Lago, filho de Jackson Lago, não compareceu à reunião do partido. Isso mostra que o grupo de Igor está distante do grupo que hoje comanda o PDT no Maranhão, tendo à frente Julião Amim e Weverton Rocha.
Quatro vereadores compareceram ao encontro do PDT. Não é surpresa. Rildo Amaral é do partido, Carlos Hermes e Marco Aurélio são do PCdoB de Flávio Dino e Aurélio é do PT, cuja sigla está com Roseana, mas parte dos seus filiados segue os comunistas.
A morte do garoto boliviano atingido por um sinalizador lançado supostamente por um torcedor corintiano levou o deputado federal Francisco Escórcio (PMDB-MA) a subir à tribuna na sessão de sexta-feira para criticar o uso de fogos de artifícios em estádios e outros locais com aglomeração de pessoas. Escórcio informou que está entrando com um Projeto de Lei que proíbe, terminantemente, o uso de fogos de artifício nestes locais. “Nós temos que tomar atitudes para coibir essas fatalidades. Fatalidades essas que tivemos na questão da boate no Rio Grande do Sul e tivemos agora num campo de futebol. ...
Francisco Escórcio também pediu às entidades esportivas e ao Itamaraty que ajudem a investigar a maneira como esses torcedores foram presos. “Não querendo fazer aqui nenhuma defesa que seja indefensável. Uma só pessoa que usou aquele instrumento, mas 12 saíram como verdadeiros assassinos. Foi uma fatalidade, o Corinthians não pode pagar por um erro de uma pessoa”, defendeu o parlamentar maranhense.
Os sindicalistas do Sinproesemma estão advertindo sobre a possibilidade de realização de greve dos professores da rede estadual. Em 2011 houve uma paralisação que durou 78 dias e a principal reivindicação era a aprovação do Estatuto do Educador, definido em consenso entre a direção do Sindicato e o governo.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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