O vereador Chiquim da Diferro apresentou Indicação pedindo a construção do muro do cemitério de São Félix. E prometeu que se a prefeitura não atender o seu pedido, vai pagar para que o muro seja feito. Diferro já tirou dinheiro do bolso para fazer benefícios em povoados da Estrada do Arroz.
O deputado imperatrizense Carlinhos Amorim (PDT) votou contra o pedido de empréstimo do Governo do Estado no valor de R$ 1,5 bilhão, junto ao Bank of América.
Ontem, a Câmara Municipal de Imperatriz teve uma sessão agitada. A vereadora Caetana, que é professora, estava discursando sobre a paralisação da classe da educação quando os manifestantes chegaram. Caetana defendeu os professores, mas não deixou de puxar também sardinha para a brasa do prefeito Madeira. Mas o caldo engrossou mesmo foi logo em seguida, quando o líder do Governo, José Carlos Soares, subiu à tribuna. O discurso do vereador era interrompido por gritos dos grevistas, com o presidente do sindicato se manifestando a todo instante. O presidente da Casa, Hamilton Miranda, ameaçou encerrar a sessão caso ...
A lei a que se referiu Zé Carlos é a de nº 11.738, de 16/7/2008, que os professores estão cobrando o cumprimento por parte da prefeitura. Conhecida como “Lei do Piso”, ela determina que a carga horária dos professores deve ser de 2/3 em sala de aula e 1/3 para atividades extraclasse, como planejamento, pesquisa e formação.
O vereador Carlos Hermes (PCdoB) disse que “apesar do rombo” deixado pelo PSDB em São Luís, o prefeito Edivaldo Holanda está cumprindo a Lei do Piso. O vereador Hamilton Miranda, que já foi presidente do PSDB e hoje comanda o PSD, não se conteve. “Será que o rombo é maior do que o do Jomar Fernandes?”, indagou. Carlos Hermes era filiado ao PT quando Jomar foi prefeito de Imperatriz.
A vereadora Teresinha Soares subiu à tribuna para destacar os avanços da saúde pública em Imperatriz na Era Madeira. “Melhorou muito”, afirmou. Um gaiato que estava nas galerias gritou: “Só se for a saúde lá do Obama”. Teresinha lembrou que as pessoas tinham dificuldades para conseguir autorização e os exames demoravam para ser feitos.
O vereador Fidélis Uchoa se disse envergonhado com o que ele considera um desrespeito com as pessoas que procuram a Delegacia Regional do Trabalho. Outros vereadores também se manifestaram, mas não culparam a direção local do órgão. O vereador Raimundo Roma disse que faltam servidores. Ele lembrou que depois de uma cobrança feita pelo deputado Chiquinho Escórcio ao então ministro Carlos Lupi, vieram servidores de São Luís, mas por um período de apenas 60 dias. “Quando retornaram, o caos voltou”, afirmou Roma.
Quando Raimundo Roma se referiu a Chiquinho Escórcio, o vereador Hamilton Miranda pediu um aparte e destacou que o deputado é o único que tem se manifestado para resolver os problemas da cidade. “Tudo é Chiquinho Escórcio. Aonde estão Hélio Santos, Carlos Brandão, Weverton Rocha, Cleber Verde e Domingos Dutra?”.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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