A antiga rua 14 recebeu pavimentação e iluminação pública e agora passa a ser chamada de rua Luís Brasília. Com cerca de dois quilômetros de extensão, ela interliga as avenidas Silvino Santis e Industrial. O prefeito Madeira homenageia, assim, um personagem que deixou saudades.
Acostumados que estamos com duas estações, inverno-verão, com um pouco de sensibilidade é possível perceber que o vento que assopra e a chuva que cai esses dias em Imperatriz são típicos do outono.
Moradores do povoado Tanque, no município de Buritirana, terão hoje uma surpresa e não precisam ficar assustados. É que vai descer ali pela primeira vez um helicóptero. Na aeronave virão o secretário de Estado Luís Fernando e o “filho” mais ilustre do lugar, o prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira.
Para quem gosta de tirar lições da vida, o episódio merece análise. Na década de 60, Madeira, segundo suas narrativas, vindo de Graça Aranha, atravessou o Maranhão de “navio” (nome do jumento, o qual Sebastião veio em seu lombo). E aportou no Tanque. Persistente, saiu dali para estudar, formou. Depois de três derrotas, virou prefeito. Em meio a isso, bem sucedido, foi deputado federal por quatro mandatos.
A viagem é de cunho oficial. O motivo da visita do secretário Luís Fernando à região, entre outros, trata da recuperação da estrada que liga Imperatriz a Amarante.
Imperatriz realizou ontem sua 5ª Conferência das Cidades. Realizada no Palácio do Comércio e da Indústria, levou para seu auditório algo em torno de umas 280 pessoas. Parece um número bom de participantes. Não é! Basta considerar que quase a totalidade era formada por funcionários públicos. E muitos destes foram, porque foram … A ausência de público que poderia ser composto por outros setores não é culpa da administração municipal, que fez sua parte, a começar pela realização da própria. Divulgação na mídia, produção de release e convites foram distribuídos. O que faltou, então, para lotar ...
O governo federal está trazendo 6 mil médicos cubanos. A entrada no mercado desses profissionais sem validação do diploma será algo sim, como resolver a dor de cabeça do paciente ou engessar a perna que quebrou. Leiam o que está escrito (uma versão impressa para, escutem o que estou dizendo); não vai resolver o problema. Por quê? Porque ninguém quer morar onde não mora ninguém.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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