Bastidores

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Melhorar melhorou...

Dias desses, a Coluna teceu comentários de que os estados poderiam voltar a ter competência sobre a criação de novos municípios, em virtude de projeto de lei prestes a ser aprovado no Congresso Nacional. Pois bem, o deputado André Fufuca (PSD) correu à tribuna da AL para afirmar que, dos 81 povoados maranhenses emancipados em 1994, 85 por cento dobraram o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).

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... Mas não é bem assim

Foi desmentido na bucha pelo professor doutor e pesquisador da Universidade Federal do Maranhão, Wagner Cabral. Primeiro, porque os dados de 2010 ainda não foram divulgados, calculando que estão; segundo: os dados disponíveis são de 1991-2000, o que torna impossível a existência de números em relação aos novos municípios, pelo simples fato de que estes (os municípios) ainda (1191) não existiam.

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Quem, mesmo?

O município de Imperatriz acaba de prestar uma homenagem a Luís Brasília, agitador cultural de mão cheia e que deixou uma lacuna ainda hoje não preenchida. Mas me entendam bem, como se diz no jargão dos mais chegados, quem é Luís Brasília? É o que devem estar se perguntando os moradores da antiga Rua 14 e adjacências.

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Ainda dá tempo

Enquanto a SINFRA fez sua parte e o prefeito Madeira fez sua escolha, não custa a Assessoria de Comunicação produzir qualquer coisa dando tom e teor ao personagem. Afinal, não custa pensar, inauguração também pode virar cultura.

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Mãe

É simbólica a data, porque mãe, perto ou longe, é presença todos os dias e é certamente a pessoa mais perto de Deus e a que melhor representa seu amor por todos nós. Pode ser a minha ou a mãe dos outros, simplesmente não há, uma mãe melhor que outra. Mãe é mãe.

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Em nome de Deus

Uma atrocidade, mil atrocidades. Parece ser esse o lema daqueles a quem Deus deu a graça da vida e que fazem nesta o favor de envergonhar o Criador. Agora, por exemplo, a Igreja Anglicana, tão conservadora longe dos nossos olhos, está prestes a passar a limpo as omissões concebidas com relação a certas práticas efetuadas pelos seus. Aqui, entre nós, debaixo do nosso nariz, exala como fétidas as ações do Pastor Marcos no Rio de Janeiro. Nada a ver com a religião, tudo a ver com o ser humano. Religião (não todas, claro), no caso, é só ...

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Dicionário ,

O texto tem dessas incompreensões, a vida humana também. Durante a realização da 5ª Conferência das Cidades, promovida pelo município de Imperatriz e encerrada ontem, chamou a atenção no primeiro dia a discussão e até encenação provocada por um “ambientalista”. Tudo por conta de uma vírgula. A celeuma foi grande, o borogodó tão prolongado que, se quisessem, fariam da vírgula um dicionário.

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Noiado

Dá para perceber que vai longe o tempo da desigualdade social. Essa não é a discussão. Com tantas tentativas de enquadramentos, de perfis estereotipados, querem matar a pluralidade. É preciso repudiar aqueles que pensam que o direito de todos depende da retórica de uns poucos.

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Coriolano Filho

Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe. Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função. editoria@oprogressonet.com