Bastidores

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Urgência

O vereador Raimundo Roma ocupou a tribuna na sessão de ontem para cobrar da prefeitura celeridade nas obras do calçadão. “Os serviços estão lentos. Os comerciantes estão preocupados porque o Natal está se aproximando”. Os tapumes dividem o calçadão e para terem acesso ao outro lado, as pessoas têm que ir até o final do quarteirão. Por enquanto, as obras estão sendo feitas no calçadão entre as ruas Coriolano Milhomem e Souza Lima. A área está sendo desobstruída para acesso do Corpo de Bombeiros.

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Também

O vereador Richard também cobrou da prefeitura a continuidade do serviço de recuperação da estrada Centro Novo/Açaizal. Faltam seis quilômetros e a obra está parada. Segundo ele, a construtora retirou as máquinas por falta de pagamento. Pede à prefeitura que retome a obra imediatamente, porque o inverno está chegando.

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Entenda

Imperatriz tem feiras pra tudo quanto é lado e a prefeitura ainda cede praças, como a de Fátima, para feirantes. Como se já não bastassem os camelôs, que ocupam ruas e calçadas. Ora, há o Mercadinho, a Feirinha do Bacuri, da Nova Imperatriz, do Bonsucesso, enfim em todo canto da cidade tem uma. Então, pra que levar feiras para praças?

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Violência

Na condição de líder do Governo na Assembleia Legislativa, o deputado César Pires afirmou que todas as instituições, especialmente o Executivo, o Ministério Público e o Poder Judiciário, devem atuar de forma conjunta para fazer frente à ofensiva das ações criminosas em todo o Estado. “A questão da segurança ou da insegurança campeia o mundo e o Brasil. Não quero dizer que vamos nos espelhar no pior e não tentar fazer o melhor. Volto a frisar: ou unem-se, as Promotorias, as Procuradorias, o Judiciário em todos os níveis para tentar, na verdade, demover essa situação, ou não ...

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Afronta

O Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão (Sinpol-MA) divulgou uma nota alertando que há pelo menos dez policiais marcados para morrer pelas facções que comandam o tráfico em São Luís. A entidade informa que todos os policiais civis devem se manter alerta, porque não se sabe se o alvo são eles ou policiais militares. Como se vê, o clima tá pesado. Se a polícia, que é o braço armado do Estado, está com medo, imagine nós, os pobres mortais, que não temos como nos defender. O problema da segurança é grave, não só em São Luís, mas ...

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E...

A onda de violência na capital leva a população a se lembrar do então governador João Alberto, quando o Estado decretou guerra implacável ao crime organizado. Só que os métodos usados na época, nos dias de hoje, implicaria em uma reação dura de autoridades. O nome do atual senador já começa a ser especulado para o comando da Secretaria de Segurança.

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Medo

Ontem um comerciante demonstrava a sua preocupação com a onda de assaltos em Imperatriz, ele que recentemente foi vítima. O medo é tanto na cidade que há inclusive quem já optou pelo fechamento do seu comércio, como aconteceu agora na rua Godofredo Viana, na área em que foi assassinado um comerciante.

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Moralizar

A esculhambação verificada na Avenida Beira-Rio pode estar com os dias contados, com o levantamento que está sendo feito pela Defesa Civil a pedido do Ministério Público. Há aqueles que estão se manifestando contrários à ação do poder público, mas a comunidade, em peso, apoia, especialmente quem gosta de frequentar com a família aquele logradouro público. Espera-se que seja pra valer.

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Coriolano Filho

Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe. Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função. editoria@oprogressonet.com