Enquanto deputados governistas se surpreenderam com o veto integral da presidente Dilma Rousseff à proposta que disciplinava a criação de novos municípios, oposicionistas apostavam na derrubada do veto pelo Congresso. Na justificativa do veto ao projeto, Dilma Rousseff cita o risco de “expansão expressiva no número de municípios” no Brasil, com criação de gastos extras sem receita suficiente para cobri-las. Segundo Dilma, o Ministério da Fazenda alertou quanto aos impactos negativos do projeto sobre a sustentabilidade fiscal e a estabilidade macroeconômica.
É difícil de acreditar, mas dizem que é verdade. Os moradores do Parque das Palmeiras passaram anos convivendo com lama e poeira. Foram muitos os protestos para mudar aquela realidade. Pois bem, o quadro mudou agora. Falta pouco para que o bairro esteja todo asfaltado. Beleza? Beleza nada! Dizem que tem morador insatisfeito porque com o asfalto aumentou a temperatura do lugar e o calor começou a incomodar. Pode fazer até protesto. Será?!
Se a própria polícia vai às ruas para reivindicar mais segurança, por causa da morte de membro da corporação, imagine a situação da população, que não tem um canivete na cintura para se defender. Aliás, um oficial da PM acha que a polícia deveria fazer o contrário, nessa hora de crise. “O policial tem é que vestir a farda e ir para as ruas, enfrentar a criminalidade”, disse ele. Realmente, a polícia precisa é agir, inibindo a ação dos bandidos e transmitindo à população um clima de segurança. Quando resolve é protestar, aí a situação só tende ...
Já pensou se toda vez que morresse um policial em São Paulo ou no Rio a polícia fosse para as ruas protestar? Era protesto todo dia, porque lá é raro o dia em que um policial não é assassinado. Mas os policiais também têm suas razões para reivindicar, como melhores salários e condições de trabalho.
Está previsto para o próximo dia 20 um ato em memória dos mortos da ditadura militar. O ato, promovido pelo Comitê da Verdade de Imperatriz, acontecerá a partir das 8h na Praça de Fátima. A Comissão Nacional da Verdade estará em Imperatriz neste final de semana. Na manhã de sábado, será ouvido o líder camponês Manoel da Conceição e outros trabalhadores rurais vítimas da ditadura. No domingo (17) estão agendados os depoimentos de Denise, esposa de Manuel da Conceição, e Manoelzinho, filho.
Ontem o líder do Bloco Parlamentar pelo Maranhão, deputado Roberto Costa (PMDB), voltou a ocupar a tribuna da Assembleia Legislativa para reforçar as declarações do seu discurso do dia anterior, quando fez cobranças e lamentou o fato de os colegas de Oposição não se manifestarem a respeito de denúncias contra a administração municipal de São Luís. Após o pronunciamento do deputado Othelino Neto (PCdoB), que rebateu as denúncias contra o prefeito Edivaldo Holanda Júnior, Roberto Costa reforçou, com duras críticas, o modo como a gestão de São Luís vem sendo conduzida.
Nos meios políticos costuma-se dizer que o PT está com Roseana, mas os filiados não, exceto a cúpula liderada por Monteiro e Washington. Pois bem, se fosse assim, não teria sido Monteiro o vencedor da eleição do PED. Ele ganhou do candidato apoiado pela oposição. Aliás, teve mais votos do que a soma de todos os cinco concorrentes. Portanto, está aí uma prova de que os petistas, em sua maioria, são a favor da aliança PT/PMDB. Se não fossem, não teriam votado em Monteiro, aliado de Roseana.
A CPI da Caema pode ser sepultada a qualquer momento. Vereadores que haviam assinado documento criando a CPI recuaram e assinaram o pedido de arquivamento da Comissão. Consta que o vereador Zé Carlos teria protocolado ontem o documento que pede o fim da CPI. A oposição promete reagir, inclusive recorrendo à justiça. A CPI pode não dar em nada, mas já serviu para acordar o comando da Caema.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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