Bastidores

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Nome

Pelo menos até o momento em que a coluna era redigida, o Grupo Sarney ainda não havia oficializado o substituto de Luís Fernando. Mas vem sendo dado como provável candidato o suplente de senador e atualmente no exercício do cargo, Edison Lobão Filho. Edinho ainda não foi testado nas urnas, mas conforme acham alguns aliados, teria possibilidades de disputar a eleição com chances de vencer, devido à força política-eleitoral do seu pai, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, que já estaria contactando prefeitos para garantir apoio. Mas Edinho não é unanimidade no grupo, que pode ...

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Fora

Desde quando declarou apoio à pré-candidatura de Luís Fernando, o prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, fazia questão de ressaltar que o seu compromisso era com o ex-secretário, dando a entender que, se LF não fosse o candidato, ele não teria obrigação de apoiar outro nome do Grupo Sarney. Agora com LF fora do páreo, possivelmente Madeira não se envolva nas eleições, especialmente se o candidato for mesmo Lobão Filho. O relacionamento de Madeira com os Lobão azedou em função das obras do PAC na Vila Cafeteira, que eram feitas por uma construtora de um filho do senador. ...

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Efeito

A saída de Luís Fernando mexe com todo o quadro político da situação. O PT, por exemplo, já está decidido a repensar a sua aliança com o PMDB, que era garantida se LF fosse o candidato. O presidente estadual da sigla, Raimundo Monteiro, viajou ontem a Brasília para discutir o assunto com o comando nacional. Se decidir tomar outro rumo, o PT deverá fechar aliança com o PCdoB, garantindo um bom tempo no programa eleitoral gratuito.

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E...

Com o PT saindo, estaria sendo aberto um caminho para o PSDB fechar acordo com o PMDB. Como PT e PSDB são adversários nacionalmente, não haveria possibilidade de uma aliança com o grupo Sarney, mas com o PT fora, a situação seria outra. E o PSDB fechando com o PMDB, o ex-governador João Castelo poderia integrar a chapa majoritária como candidato a senador.

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Opção

As especulações são muitas. Há aqueles que acreditam que o candidato a governador será o senador João Aberto de Souza. Uma das opções do banco sarneysta para o decorrer do jogo, João Alberto não teria assumido a Secretaria de Segurança exatamente para não se tornar inelegível. Aliados o veem com forte potencial eleitoral. É ex-governador e tem a fama de ter enfrentado o crime organizado.

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Será?

O clima é de euforia no grupo oposicionista. Comunistas e aliados acham que com a saída de Luís Fernando e a entrada de Edinho Lobão, a eleição de Flávio Dino está sacramentada. Pode até ser, mas prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém.

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Virou o disco

Nos últimos dias, o assunto era um só: a saída ou não da governadora Roseana Sarney do cargo. Com o assunto encerrado, agora as especulações giram em torno de nomes para o Senado e à vaga de vice-governador na chapa encabeçada por Luís Fernando (PMDB). É evidente que se for mesmo fechada a reedição da aliança PMDB-PT, o vice será petista. E o partido de Lula/Dilma tem pelo menos cinco nomes como opção. Entre eles o ex-reitor do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) e ex-secretário de Ciência e Tecnologia do Governo do Estado, José Costa; o ex-secretário ...

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Candidato

Ontem pela manhã o deputado federal Francisco Escórcio participou de uma reunião com o senador José Sarney e a governadora Roseana Sarney. “A coisa tá boa”, afirmou o parlamentar. Embora o assunto não tenha sido tratado, Chiquinho Escórcio acredita que o candidato a senador do grupo será mesmo o suplente e atualmente no cargo, Edison Lobão Filho. Edinho, inclusive, já considera o caso “prego batido, ponta virada”. A convenção será “mera formalidade”, teria dito.

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Coriolano Filho

Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe. Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função. editoria@oprogressonet.com