O senador João Alberto jogou água fria nas especulações de que ele iria ser lançado pré-candidato no lugar de Lobão Filho. “Meu candidato é Lobão Filho. E vou lutar para elegê-lo”, assegurou João Alberto na manhã de ontem. E arrematou: “Lobão Filho é valente, ousado, corajoso. Tem discurso, é um excelente senador. Vou lutar com unhas e dentes para a vitória dele, que é a vitória do grupo”.
A pré-candidatura de Lobão Filho ainda não foi digerida por muitos integrantes do grupo da Situação. Em Imperatriz, há alguns, entre eles integrantes do grupo do prefeito Sebastião Madeira. Conversando com dois secretários, a coluna observou que eles não estão querendo engolir o nome do pré-candidato. Acham que João Alberto seria melhor.
Até as convenções, quiprocó será grande. É todo mundo querendo alguma coisa. Depois de “melar” a tentativa da governadora Roseana Sarney de eleger Luís Fernando governador em eleição indireta, agora Arnaldo Melo começa a articular junto a deputados a sua candidatura ao Senado. Só que pelo “amor” que Roseana está tendo por ele, é muito difícil Arnaldo Melo conseguir a vaga. A queda-de-braço será dura...
Os eleitores de Imperatriz estão de olho nos políticos, especialmente os vereadores, que estão propensos a apoiar candidatos de outras regiões, quando deveriam estar do lado daqueles que defendem Imperatriz e a região tocantina. Recentemente, uma liderança local fez uma verdadeira festa para um pré-candidato de Dom Pedro. Na sessão de ontem, alguns vereadores manifestaram-se zangados diante das críticas que estão sofrendo porque estão fechando acordos para apoiar candidatos “periquitos”, que só aparecem na época de pedir voto.
Falando sobre escolha de candidato a vice-governador na chapa que deverá ser encabeçada por Lobão Filho, uma liderança política local acha que deveria ser de Imperatriz, até porque Flávio Dino terá como vice um nome de Balsas. A liderança entende que no grupo há nomes bons, citando como exemplo o empresário Ribinha Cunha, irmão do deputado Léo Cunha. Ribinha seria filiado ao PSC.
Na sessão de ontem, o deputado estadual Jota Pinto (PEN) disse que nesta sexta-feira haverá uma reunião com todos os pré-candidatos do seu partido para discutir as eleições 2014. A partir dessa reunião é que a executiva do partido vai decidir que rumo vai tomar em relação ao apoio ao cargo majoritário. A tendência natural, segundo Jota Pinto, que é o presidente estadual do PEN, é apoiar o candidato do governo estadual, mas não há nada decidido ainda.
E a Eliziane, vai desistir quando?, perguntei a Mara La Rocque. “Não. Agora mais do que nunca ela será candidata”, respondeu. Pode ser, mas preciso ver para crer, como São Tomé. Eliziane tem garantido que não abre da sua candidatura ao governo do Estado. Mas o PCdoB está jogando pesado para que ela desista, porque a sua candidatura causa um estrago danado na candidatura comunista, pois dividem a parte do bolo eleitoral que cabe à oposição. Ontem, por exemplo, surgiram fortes rumores de que Eliziane estaria decidida a desistir da disputa para apoiar Flávio Dino e concorrer ...
O PDT, que no acordo com o PCdoB ficou com o direito de indicar o vice de Flávio Dino, definiu o nome na noite de segunda-feira. Não foi Rosângela Curado, de Imperatriz, nem Deoclides Macedo, de Porto Franco. E nem outro da região tocantina. O escolhido foi Márcio Honaiser, forte empresário do ramo agrícola e educacional em Balsas.
Coriolano Miranda Rocha Filho (foto), passou a comandar a Redação depois de ter passado por praticamente todos os setores do jornal, como paginação, revisão e reportagem na área policial. Coló Filho, como é mais conhecido, saiu para trabalhar em O Estado do Maranhão, mas em 1987 voltou para O PROGRESSO, como correspondente em Açailândia, por quase um ano. Em julho de 1988, assumiu o lugar de Adalberto Franklin, então Editor Chefe.
Em dezembro de 1992, Coló Filho deixa o jornal para ser assessor de Comunicação do prefeito Renato Cortez Moreira. Ocupou o cargo por nove meses, tempo em que Renato passou na prefeitura, e cujo mandato foi interrompido por um assassino que o matou com dois tiros no dia 6 de outubro de 1993, no Mercado Bom Jesus. Em 1999, Coló Filho, que já estava de volta ao jornal como repórter, assumiu pela segunda vez a chefia da Redação, estando até hoje na função.
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