O advogado Deocleciano Ferreira Mota Júnior, que atuava em Palmas há cerca de 20 anos, foi excluído da Ordem dos Advogados do Brasil e não poderá mais exercer a profissão.
O advogado, que estava registrado na Ordem com carteira de número 830, foi excluído depois de ser condenado em quatro processos disciplinares distintos, entre 2003 e 2008, na OAB-TO, que já haviam resultado em 330 dias de afastamento. De acordo com o vice-presidente da OAB/TO, Epitácio Brandão, o advogado teria cometido o locupletamento. “Ele ganhava as causas dos clientes, mas não repassava o dinheiro. Ele também é o campeão de processos disciplinares. Já foi denunciado mais de vinte vezes. Além disso, ele se recusava a prestar contas aos clientes e, por isso, o Conselho da OAB Tocantins decidiu por unanimidade que ele devia ser suspenso e pediu a exclusão dele do quadro da Ordem, pedido que foi analisado pelo Conselho Federal e deferido”, explicou.
Publicado em Tocantins
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