Depois de percorrer mais de 50 anos em atividades jornalísticas, Wilton Alves (o Coquinho), depois de lançar no ano passado o livro que conta parte da História de Imperatriz, sob o título de “Pelas Ruas e Avenidas da Cidade”, publica agora um livro de poemas sob o título de “Ramalhete de Flores”, que será lançado hoje, às 20 horas, no Café Literário, como parte da realização do 14º Salão do Livro de Imperatriz, que será aberto hoje, logo mais às 14 horas no Centro de Convenções.
Com 163 páginas, Wilton Alves, com seus poemas, faz um giro pelos diversos estilos literários, desde os versos brancos, ou versos soltos, até a rigidez do soneto, inclusive com a publicação, também de algumas sextilhas, daí o título do trabalho: Ramalhete de Flores.
Em assim sendo, o professor Arnaldo Monteiro, que fez a apresentação livro, se manifesta: “Surpreendeu-me, pois, que o experiente jornalista e escritor Wilton Alves (Coquinho), após lançar a obra de sua lavra Pelas Ruas e Avenidas da Cidade, que tão grande impacto causou aos seus leitores, vem submeter-me à difícil – mas ao mesmo tempo honrosa missão – de agora apresentar a obra literária, colheita feita no universo de sua brilhante imaginação, intitulada Ramalhete de Flores.”
“Os textos do livro transitam pelo lírico, pois ao lê-lo pressupõe-se estar o criador mergulhado em um mar de sentimentos provocados pela mulher, ou mulheres, que, em determinados momentos da sua vida, porventura tenham invadido o manancial dos sentimentos pueris ou mesmo da vida adulta dele. O texto BECO DOS AFLITOS, no entanto, remete o leitor a perscrutar a miséria que açoita, impiedosamente, a vida dos inocentes. As desigualdades encontram aí lugar fértil para manifestação da indignação do autor, diante das misérias das vidas de uns, em contraste com outros que nunca degustaram o sabor de alguma coisa amarga.”
Ou como afirma Iron Junqueira: “Hoje Wilton Ferreira é figura popular – e pública – na respeitável cidade maranhense de Imperatriz, onde labora na mesma profissão, é casado e tem filhos. Mas continua o mesmo fanfarrão, alegre e feliz como sempre.”
“Está agora publicando o livro Ramalhete de Flores, que por certo, será sua obra prima, gerado na gráfica do seu coração, venturoso, que começou sua lida junto à sua galerinha, hoje quase decana que se conheceu na porta do jornal que mudou o destino de todos nós para um país chamado Lembrança, na Rua da Poesia esquina com a Avenida da Saudade.”
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