Nelson Bandeira

O observatório pessoal de quem faz caminhada pela manhã para manter a forma física em busca de proteção à saúde e ter uma vida saudável é mais que evitar doenças. É contundente para o que ouvirmos das pessoas do sexo feminino.
Sempre andando em bloco de no mínimo três colegas, o papo que rola é a separação dos marmanjos esposos, companheiros e até amancebados por força do ajuntamento.
Talvez, não sei bem, seja por incompatibilidade de gênio, ou outros comportamentos não condizentes com as recomendações sagradas do matrimônio.
Com todas as formalidades do casamento ou do próprio ajuntamento, com distribuição de buquês de flores, muitos detalhes amorosos, pompas, enfim, beijos pra todos os lados, parecidíssimo com cardume de Curimatá fazendo eco subindo o rio Tocantins.
Amor pra cá, benzinho pra acolá, os sorrisos são incomparáveis, como bem sintetizou Albert Einstein: "O casamento é a tentativa mal sucedida de extrair algo duradouro de um acidente".
E tem sentido, porque da maneira como estão acontecendo com os desenlaces e alianças jogados foras... "O casamento é a única sentença perpétua, que é suspensa por mau comportamento (Louisville Times)".
A bem da verdade, a sociedade está se dilacerando vertiginosamente quanto à durabilidade do casório, ou seja, o ato de unir-se para sempre. O casamento é a única guerra que você dorme com o inimigo.
Mas olha só a sabedoria de Sócrates: "Meu conselho é que se case. Se você arrumar uma boa esposa, será feliz; se arrumar uma esposa ruim, se tornará um filósofo".
O sério dessa estória é que a mulherada não está mais submissa ao capricho do homem não, está competindo no mesmo naipe de competência e com certas independências.
E por azar deles, aparecem muitos com as muecas viradas... Com hormônios mais feminizados do que masculino... Aí o diabo toca corneta.
Como bem sintetiza o pensamento de Luciana Vendramini: "É mais bonito o beijo entre mulheres".
Valei-me meu Padim Ciço! A coisa está feia!