O Mercadinho é um palco com apresentação popular a céu aberto, especialmente nos finais de semanas.
A novela Cordel Encantado, já encerrada, onde o cangaceirismo ilustrava a toda prova seus capítulos envolvendo príncipes, condessas, duquesas, prefeito, primeira-dama, capitão do bando e outros babados da vida imperial, convivia com os costumes do cangaço, sempre mostrado a partir das 18h30 para a sociedade atual.
Olha só quem aparece na feira: um homem alto, vestido de farda amarelada com marrom, com um cinto de couro cru, portando um cacete de maracatiara pendurado na cintura, um chapéu de massa bem surrado, uma fenda preta num dos olhos para significar que estava furado de bala.
O bicho era metido todo e salientava um conquistador. Veja quem ele foi paparicar: a mulher de um quiabeiro. O maluco do “zói furado” solta essa para a mulher do cara: “Essa coisinha fofa do pai precisa é de um lar”. Ah! Meu amigo, o quiabeiro soltou os cachorros: “Tu precisa é de uma sepultura de cova rasa, cabra safado de uma figa!”.
Como no Mercadinho há muitos atores e atrizes, quem sabe na próxima novela, Aquele Beijo, para todos vocês, não apareça outro vadio para atormentar quem está trabalhando e comercializando seus produtos.
O elemento é tão cafajeste e gaiato, que ainda saiu dizendo em voz alta que “de quiabo só gosta da baba”. Pode?! Amor sem olho é seu prato preferido.
Agora, ele não sabe o estrago que uma peixeira faz!