Nelson Bandeira
O direito a bom ambiente de vida, sadio e ecologicamente equilibrado é simultaneamente um dever que a todos convoca.
Limpeza pública, questão de consciência e obrigação de todos!
A empresa terceirizada para essa finalidade está fazendo, talvez, dentro do recomendável e contratado, o exercício de sua obrigação, assim observamos.
Agora, é inaceitável que a população de uma cidade como a nossa tenha a insensibilidade de colocar seus recipientes depois da coleta feita... Isso é pura sacanagem de quem pratica dessa maneira.
O pior de tudo, ainda: fica falando do prefeito e dos secretários de Infraestrutura, do Meio Ambiente, dando a entender que o poder público tem que conviver com esse tipo de comportamento asqueroso, sujo, nojento, por parte aqueles que não têm noção de civilidade.
Educação engloba os processos de ensinar e aprender a disciplinar suas próprias atitudes. Sem esses princípios básicos, a nossa cidade vai continuar com aspecto de lixeira exposta ao tempo. Porque o povo é coadjuvante e ator principal em contribuir com a sujeira pública.
Vamos acreditar nas pessoas que estão à frente desse processo, os secretários têm dado exemplo de dedicação, de responsabilidade, nessas áreas correspondentes, atendendo dentro do possível as tarefas que lhes são pertinentes.
Porém, os problemas de Imperatriz são maiores do que a vontade de fazer. Isso é como a coceira crônica, vem de muito longe; deixaram que se acostumassem e fosse assim... Hoje, aqueles que não fazem nada estão sempre dispostos a criticar os que fazem algo. Infelizmente!
O Abraham Lincoln já preconizava: “Só tem o direito de criticar aquele que pretende ajudar”. Essa consciência é que está faltando à sociedade de Imperatriz, com pouquíssimas exceções.
Voltando a bater na tecla de que a educação é o maior mecanismo de formação e transformação de consciência. E tem mais: um povo educado não pode ser dominado pela inércia, pela falta de ação e indiferença de certos governos que campeiam nessa pátria amada chamada Brasil.
O que se constata no cotidiano da administração pública são pessoas que compartilham com interesses próprios em detrimento à ordem pública e seguridade coletiva e social. Em vez de ajudar, contribuir, fazem é atrapalhar o processo de desenvolvimento de uma cidade.
O povo, o cidadão de nossa cidade é, por exclusividade, um parceiro muito importante e continua com certeza a merecer o apoio de seus governantes, desde que faça também sua parte... Não se governa sem a solidariedade do povo.
Imperatriz está por merecer dessa compreensão e contribuição de seus habitantes.
Edição Nº 14834
O povo tem que ser parceiro
Nelson Bandeira
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