Nelson Bandeira

A folia acabou, por sinal, com um saldo positivo de paz, de tranquilidade, no decorrer da realização das festas populares no eixo carnavalesco de Imperatriz.
Quando nos reportamos sobre normalidades, trouxe como fantasia a organização de blocos, desfiles, competições, dentro de um sistema financeiro possível de ser bancado pela Prefeitura, com consciência do que iria gastar.
Com isso, cabe somente parabenizar a Fundação Cultural, o Executivo e todos aqueles que se uniram para que esse projeto festivo desse certo.
O comando militar, pelo trabalho multidisciplinar com o objetivo de inibir, coibir os afoitos praticantes da desordem e conscientizá-los da passividade de coerções severas a despeito da ordem e da paz.
E todos aqueles que foram à avenida com a espiritualidade de brincar com respeito, com moralidade, repugnando a indisciplina no desenrolar e durante o período de Carnaval.
Parabéns a todos!
Quando comentamos sobre as intempestividades ocorridas no período momesco, para surpresa de todos, foi o anúncio da renúncia do Papa Bento XVI, por motivos alheios à sua vontade e às intempéries do mundo católico.
O outro desarranjo é a Coreia do Norte testando os efeitos da bomba atômica, como arma explosiva cuja energia deriva de uma reação nuclear e tem poder destrutivo imenso.
Por fim, a tolerância ZERO para aqueles que gostam de consumir álcool ao volante... É claro que só se obtém resultado satisfatório com a repressão dura e irrecorrível; estatisticamente, houve um bom resultado e considerado a posição da lei.
O hilariante dos festejos são as manifestações dos homens mostrando o seu outro lado – vestindo saias, vestidos, sutiãs, meias femininas. Hoje, dá para caracterizar que não se produz mais espermatozoide como antigamente com homônimo definido.
É por isso que o caráter familiar e social causa danos morais irreparáveis, abalando a estrutura milenar.
Nunca confunda: focinho de porco não é tomada.