Nelson Bandeira

Isso mesmo. Tudo leva a crer que a responsabilidade, salvo engano, seja do DNIT por se tratar de uma esfera federal.
Debaixo das barbas do DNIT, ali na ponte sobre o riacho Cacau, o piso está cheio de crateras com a iminência de causar um grande acidente, ou até chegar à fatalidade de alguém, porque os ditos responsáveis deste órgão, ou são cegos ou sofrem de miopia em alto grau.
O trecho da ponte talvez não tenha 100 metros de extensão e nada é feito para corrigir aqueles defeitos, e nenhuma outra providência é tomada.
E o pior de tudo isso é que na chegada a Imperatriz tem um portal onde se lê: "Bem vindos a Imperatriz". Quem está chegando e vindo de fora fica logo com a impressão do abandono dos órgãos do governo.
Aonde existe o problema, o núcleo, que assim se chame o Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (DNIT), dista no máximo uns 200 metros - a depressão do piso na ponte é inconcebível e vergonhoso... Onde está a fiscalização deste órgão competente que não resolve o problema?
Com certeza, tão logo aconteça uma desgraça, as providências serão tomadas e as perdas irreparáveis vão ficar por isso mesmo.
Aí vêm à tona justificativas de chefes, subchefes, enrolando a língua, gaguejando, para dizer que não foi inoperância dos dirigentes, e sim a falta de vontade de fazer.
Mas têm os espíritos de porcos que dizem que o Santo Protetor das estradas e o pessoal técnico da área que cuida dessa tarefa em Imperatriz são todos flamenguistas e vascaínos e agora, rebaixados, a coisa vai correr frouxa.
A Terra do Frei tem sofrido muito com o pessoal da coisa pública: de não querer fazer... Não basta querer, é preciso também fazer.