O problema é que, mesmo com denúncias de irregularidades na convenção, o presidente pastor José Cavalcanti quer seu deputado e vem traçando estratégia nos municípios colocando nas presidências das igrejas pastores aliados e preparados para fazer política e campanha. Ao contrário do pastor presidente da IEADI, Raul Batista, que não é político e deixa a igreja distante da política, embora faça pedidos para que os crentes apoiem candidatos crentes, o que é natural.