Ao analisar os números dos acidentes de motos e carros em Imperatriz nos últimos dois meses e, principalmente, os locais onde estão ocorrendo, ficou a impressão de que as pessoas estão querendo é morrer. Isto porque a maioria deles ocorre em ruas principais, iluminadas, com sinais verticais e horizontais e confirmaram a imprudência e a certeza de que muitos não são habilitados e desconhecem por completo a legislação no trânsito. Isso é o que está sendo observado. É preciso sair das palavras para uma ação nesta questão. Exigir das concessionárias que só vendam para quem tem habilitação e mais rigor com quem esteja tirando a sua carteira. O que não pode é uma cidade de 300 mil habitantes registrar em um mês de 28 dias, 180 acidentes, dos quais, 82 por cento envolvendo motos e 42 por cento no centro da cidade.
Edição Nº 14645
Suicídios
Willian Marinho
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