Agora, ao passar estes dias depois da saída da dentista do DEM, tem-se que avaliar - e isso parece que não foi feito por ela - é quanto ao seu cacife eleitoral. Os vinte e oito por cento dos votos obtidos nas eleições passadas devem-se unicamente ao seu sorriso, seu discurso ou a uma estrutura que foi montada pelo grupo e talvez o fato de que Madeira não representava estes eleitores? Ora, todos sabem que a futura pedetista não teria conseguido esta votação, por isso mesmo não se credita esta liderança a ela. Claro que teve seus méritos neste percentual, mas equipará-la a uma liderança política ainda não é possível. Porém, as próximas eleições poderão comprovar se ela acertou o gol ou a trave.