Querem outro exemplo: não foi Zesiel Ribeiro que determinou a demissão daquela professora que teve seu minuto de fama e o emprego de volta. O secretário de Educação recebeu parecer jurídico e a ordem para fazê-lo. O parecer foi seguido pela frieza das letras, ao invés de contornar as coisas, instaurar sindicância e depois tomar a decisão, mesmo porque o contrato da moça se expira no dia 31. Ou seja, por quarenta dias, meteram os pés pelas mãos.