Segundo dados da CEMAR, a energia furtada, consumida e não faturada, representa uma perda anual de receita para o Estado de mais de R$ 40 milhões, recursos que poderiam estar sendo revertidos em benefícios importantes e urgentes para a população nas áreas de saúde, educação e infraestrutura. Com o furto de energia, acontece também a sonegação de impostos como o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias), a CIP (Contribuição para custeio da Iluminação Pública), o PIS (Programa de Integração Social) e o COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social), cujos recursos arrecadados são repassados integralmente aos Governos Federal, Estadual e Municipal.