Ontem, sexta-feira, dia em que as agências bancárias recebem um grande fluxo de clientes para a realização de negócios, os servidores dos bancos oficiais – claro, protegidos – estavam de braços cruzados. Não que seja contra o direito de manifestação por julgar o que lhe é devido, no entanto o que as pessoas estavam comentando na tarde de ontem era quanto ao direito das outras pessoas. Como fica? Como as pessoas ficarão sem dinheiro para pagarem seus compromissos? E quem precisava tratar diretamente com o atendimento? A exemplo de outras atividades, os bancários devem ter uma legislação sobre paralisação.
Edição Nº 14811
Greve e o cidadão
Willian Marinho
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