Estava escrito nas estrelas que isso iria ocorrer, pois a prefeitura havia dado um prazo (não pediu) para se pronunciar no dia 10 de julho. Com o pedido de liminar feito pelo MP e atendido pela Justiça, a bronca caiu na cabeça do município. Isso porque terá que se desdobrar para encontrar empresas capazes de atender de forma emergencial o transporte coletivo urbano em Imperatriz. E não será fácil esta missão, especialmente em se tratando de empresas que venham com um número de ônibus adequado e novos para atender às mais diversas linhas.
Edição Nº 14741
Fora VBL
Willian Marinho
Comentários