Apesar dos números positivos, o relatório faz um alerta: apesar do avanço, a variável da Educação ainda é o componente do índice que mais serve de entrave para que as cidades se desenvolvam. O IDHM tem outras duas dimensões: longevidade e renda. Considerando o IDHM total, o Brasil também melhorou: o salto foi de 47,8% na década. O índice foi de muito baixo, com 0,493, para alto, com 0,727 (a escala vai de zero a 1). No Brasil, a longevidade, que é de 0,816, é o componente que mais eleva o IDHM. Vale lembrar que, entre 1991 e 2010, a expectativa de vida ao nascer aumentou 9,2 no País (o equivalente a 14,2%).