E tem mais: em muitos dos municípios, os prefeitos mandam assessores protestarem na justiça contra o resultado da armada licitação como forma de ganhar mais alguns dias e, o que é pior, pedir à justiça que autorize a prorrogação ou a contratação de fornecedores em regime de emergência e urgência. Com isso, colocam quem querem para entregar os alimentos e lá pelo final do mês de agosto.
Edição Nº 14690
Emergência
Willian Marinho
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