O Democratas, que em 2012 terá 42% menos candidatos a prefeito que em 2008, depende das eleições municipais para sobreviver. Se vencer em capitais como Salvador e Aracaju, e tiver bom desempenho em grandes cidades como Mossoró (RN), Vila Velha (ES), Feira de Santana (BA) e Caruaru (PE), estará salvo. Se não der certo, admitem que a solução poderá ser a fusão com outro partido e uma das opções mais cogitadas por sua cúpula hoje é mais o PMDB, e não o PSDB. E uma das razões são as disputas municipais, diante de queixas dos tucanos. Candidato a prefeito do Rio contra o tucano Otávio Leite, o deputado Rodrigo Maia (DEM) afirma que não houve diálogo entre os partidos. E recorda que o afastamento do PSDB começou ainda em 2010. Segundo ele, o apoio dos tucanos à candidatura do líder do DEM na Câmara, ACM Neto, em Salvador, só se deu em troca da composição com o candidato tucano em São Paulo, José Serra.
Edição Nº 14455
Democratas
Willian Marinho
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