Não se condena a participação de pastores ou padres na política, afinal as pessoas de bem devem ocupar espaços e não deixar que apenas os ruins fiquem nos lugares. O que se condena são as formas e as pressões que são feitas sobre pastores para quase que exigir que os fiéis votem no presidente daquela congregação ou cidade. As experiências têm mostrado que nunca deram resultados positivos.