O consorcio levará os municípios a uma compensação ambiental, hoje prevista em lei, bem como cada município que faz parte desse corredor poderá se credenciar ao repasse dos recursos do fundo de privatização da Vale, chamado de desratização que é gerido pelo BNDES e que até agora nada. Vai ainda cobrar da Vale do Rio Doce o ISS-QN dos últimos cinco anos, que estão sendo devidos a estes municípios.