Limites
Não sou homofóbico. Acho que cabe a cada um escolher o que é melhor pra si, e buscar a sua felicidade. Mas já está passando dos limites. Tanto essa influência homossexual da mídia, quanto essa violência contra os gays.
Não sou homofóbico. Acho que cabe a cada um escolher o que é melhor pra si, e buscar a sua felicidade. Mas já está passando dos limites. Tanto essa influência homossexual da mídia, quanto essa violência contra os gays.
Dentre os vários partidos em formação no Brasil, o que está mais próximo de obter o registro definitivo junto ao Tribunal Superior Eleitoral é o Partido Ecológico Nacional - PEN (51). Dirigido pelo ex-deputado Adilson Barroso, o PEN iniciou os trabalhos de organização há 4 anos e já protocolou nos TRE’s o número mínimo de assinaturas necessárias para a criação do partido. Também o TSE exige que o mesmo esteja regularizado em pelo menos 9 estados.
O PEN já obteve registro em 8 e em 2 outros estados, estão prestes a obtê-lo. A previsão da executiva nacional é de que até meados de agosto o PEN já obtenha o registro definitivo junto ao TSE, podendo assim participar regularmente das eleições de 2012.
Um dos maiores especialistas brasileiros em Marketing Político, lança obra histórica que analisa os jingles eleitorais utilizados em campanhas presidenciais ocorridas entre 1930 e 2010. Hoje, quando a tecnologia e as redes sociais permitem debates cada vez mais amplos a respeito da política, os candidatos a cargos no Executivo precisam usar todas as armas possíveis para conquistar o eleitor.
Entre elas, uma se destaca: o jingle. Verdadeiro símbolo das campanhas, o jingle benfeito pode ser decisivo para a conquista de uma vaga – seja na prefeitura, no governo estadual ou na presidência da República. Partindo da importância do jingle como ferramenta, Carlos Manhanelli lança Jingles eleitorais e marketing político – Uma dupla do barulho (Summus Editorial, 248 p., R$ 55,90). A obra realiza um estudo profundo das músicas de campanha veiculadas nas eleições presidenciais diretas entre 1930 e 2010.
Com origem no rádio do início do século XX, o jingle conquistou rapidamente as massas e logo provou seu poder de fogo. A transição para a TV se deu sem percalços e em poucas décadas a produção de músicas eleitorais se profissionalizou. Atualmente, não se fazem boas campanhas sem que sejam contratados diversos profissionais envolvidos na criação de jingles. “Para ser considerados bons, eles precisam, entre outras características, ter ritmo, melodia, emoção e adequar-se às características do eleitorado”, afirma Manhanelli, que é especialista em Marketing Político.