Pesquisa feita recentemente no município de Brejão confirmou o que todos já sabiam. O ex-prefeito Franciscano, que continua firme em Imperatriz participando das discussões em torno da campanha do ano que vem pelo grupo do governo, mantém a dianteira sobre os demais pré-candidatos. E olha que ele ainda não confirmou se será candidato no Brejão.
É provável que no dia 17, data da Convenção do PMDB em Brejão, ele anuncie seu futuro político. Até lá, espera conversar com a governadora e acertar todos os passos em relação a Imperatriz e a Brejão.
Podem anotar para conferir. A coluna, depois de acertar no retorno do senador João Alberto a uma secretaria de estado e, por conseguinte, o DEM conseguindo mais um representante no Senado, com a posse de Mauro ou do filho Clovis Fecury, ambos suplentes de Alberto, alerta que esta volta será para articular a campanha do grupo no ano que vem.
E mais: com o entendimento traçado na semana passada em Brasília com o senador José Sarney, a governadora e o ministro Lobão, João Alberto usará a sua forma de decidir os assuntos com toda a liberdade, pois o que interessa são os resultados. Deve assumir a Secretaria de Assuntos Estratégicos.
Com a chegada de João Alberto, quem ganhará reforço de peso será o ex-prefeito Ildon Marques, que deve - ainda no final deste mês - retornar ao PMDB para ser o seu candidato a prefeito ano que vem. O “Pisada de porcão” tem o apoio dos três senadores peemedebistas para concorrer e já comunicou seu desejo a Roseana, levado por João Alberto.
Ou seja, o caminho político para que Ildon seja o candidato do grupo em Imperatriz está aberto, apesar da resistência de parte, pequena é verdade, do grupo ao seu nome. Resta agora conseguir êxito nas suas ações visando receber o parecer jurídico para obter o registro da candidatura, o que deverá ocorrer em outro momento.
Titular da 1ª Promotoria de Justiça de Timon, a promotora Selma Regina Souza Martins requisitou à Delegacia da Polícia Federal em Caxias, no último dia 26, a abertura de Inquérito Policial com a finalidade de comprovar a inadimplência do executivo municipal daquela cidade, que há mais de um ano não paga os servidores municipais. A promotora ressalta que “os servidores municipais ficam como escravos, pois a retenção de salário reduz o servidor à condição de escravo, porque são obrigados a trabalhar sem o pagamento devido”.
Segundo ela, o Ministério Público já interpôs várias ações no sentido de bloquear o Fundo de Participação do Município para fazer cumprir essa obrigação, mas a prefeita Socorro Waquim recorre ao Tribunal de Justiça, via agravo de instrumento, o qual suspende os efeitos da medida liminar. A promotora de Timon acrescenta ainda que, no último dia 26, ingressou com uma nova Ação de Obrigação de Fazer contra a gestão municipal, a fim de garantir o pagamento dos servidores referente aos meses de maio, junho e julho deste ano.