O ex-vereador João Macedo convida o repórter para conhecer e desfrutar da aprazível pousada Mirante, em Barreirinhas. O local fica situado em uma posição privilegiada, acomodações especiais e bem cuidadas. Macedo conta que construiu o empreendimento quando os Lençóis ainda não estavam na onda e hoje desfruta do sucesso de Barreirinhas.
Um secretário do município de Campestre resolveu promover uma grande festa em sua nova casa - muito bonita, por sinal. Convidou prefeito, vice, vereadores e a sociedade local. Churrasco vai, churrasco vem e, com a chegada dos vereadores, eis que decidem convidar o prefeito para uma reunião na casa. Todos alegres, sentaram-se à mesa e de bate pronto os vereadores aliados foram diretos: “Ou demite o secretário ou todos rompem com o senhor, prefeito”. Correria e espanto, mas o prefeito teve que demitir na festa o seu auxiliar. Esta história é verdadeira.
O secretário demitido por pressão agora decidiu pressionar o prefeito para ele informar que não o demitiu, e sim o fez a pedido e para ocupar outra função. O clima esquentou de vez em Campestre, pois o ex afirma que não irá sozinho para o calabouço.
Na bola o secretário Neto Quirino. Despejou críticas à diretoria do Imperatriz, informando inclusive coisas que não estão acontecendo. Posso afirmar que, apesar da vontade e do anúncio, até o momento a prefeitura não liberou o prometido. E olha que nem mesmo os repasses do ano passado foram feitos. Quem sabe, agora, sai.
Foram assinados dois convênios no ano passado para patrocinar o time do Imperatriz. Para a equipe profissional, no valor de cinquenta mil reais, e ao time B, no valor de vinte mil reais. Dos cinquenta, foram liberados 30 mil. Do convênio de 20 mil para que o time B pudesse representar a cidade no Copão, até hoje nada foi liberado, embora as despesas tenham sido feitas. Sempre há obstáculos para a liberação.
Este ano, Madeira anunciou apoio no valor de setenta mil reais, contudo a mensagem para o Legislativo aprovar não foi enviada. Portanto, nada foi liberado pelo município ao time do Imperatriz este ano. A verdade é essa.
Contudo, isso também não deve servir de argumento para as contratações erradas que foram feitas e os encontros e desencontros pelos integrantes da Junta Governativa. Os resultados dentro de campo mostraram que as coisas foram feitas de forma errada e, pelo visto, continuam. Recursos, apesar de menores, existiram, como o do banco BMG no valor de 70 mil, mais os vinte mil da AMACLUBE e os pequenos anunciantes das placas e da camisa. Ou seja, pouco mais de 100 mil reais o time já arrecadou. Poderia ser melhor.
Vários prefeitos da região deixaram de apresentar suas prestações de contas no TCE até a segunda-feira, prazo final para fazê-lo. Agora, deverão entrar com ação para justificarem o atraso. A maioria dos prefeitos está enrolada em conseguir provar os desvios e a falta de documentação para os gastos.