A partir do final das obras e o início do trânsito na famosa Belém-Brasília, começaram os outros ciclos econômicos - Madeira, Arroz, Ouro e Serviços. Foram ciclos que deixaram suas marcas, mas a cidade não parou; ao contrário, se agigantou. Por longos anos, a prestação de serviço e seu comércio sustentaram-na, agora estamos entrando na industrialização, um ciclo que envolve mais setores e que terá outra consequência: elevar a renda per capita da cidade.
Desta forma, responde-se às críticas de quem não conhece a realidade de Imperatriz e da região e apenas faz questão de pregar o negativo. Independente destes políticos, a cidade e a região continuarão crescendo, e forte.
Comentário feito pelo juiz Márlon Reis sobre a Unidade Judiciária (2ª Vara de João Lisboa) da qual é o responsável: é a mais produtiva, tem a menor taxa de congestionamento e não possui nenhuma pendência entre todas as do seu grupo aqui no Maranhão. Além disso, é a que teve maior número de processos julgados neste ano. É o resultado parcial da GPJ.
Notícia chegada de última hora mostra que a corrida eleitoral em Açailândia começa a esquentar e nomes apontados como pré-candidatos podem começar a tirar o cavalinho da chuva. Os números apontam para Gleide Santos, Jeová e Elson Santos, este indicado pelo grupo Ildemar. Ou seja, da forma que está, Jeová não vai abrir mão e, por isso, explica sua ausência do encontro do grupão em São Luís. Tá na dele.
O deputado estadual Léo Cunha não conteve a revolta pela discriminação que o seu colega deputado e atual secretário de Infraestrutura do Estado, Max Barros, tem para com a região tocantina. O parlamentar usou entrevista numa rádio local (Nativa) para desabafar e exigir que a governadora tome providências. Léo Cunha manteve a preocupação quanto às conclusões das rodovias regionais, como a que liga Imperatriz a Amarante, incluindo o trecho até João Lisboa, e ainda a Governador Edison Lobão/Sítio Novo, passando por Montes Altos.
Para o deputado da base do governo, o secretário age apenas nos municípios em que tem aliados como prefeitos e o resto fica para trás. “Max Barros nem mesmo explicações dá aos seus colegas deputados e ele deveria era deixar o cargo e retornar ao parlamento, já que como secretário está deixando a desejar”, disse.
O pior é que Max Barros, mesmo recebendo recomendações para atender ao pleito de deputados ou de prefeitos, desconversa colocando os solicitantes em situação delicada perante suas comunidades, pois anuncia obra e ela não chega. Fica apenas na promessa, só que não tem a culpa pela falta de atenção do secretário. É situação complicada.