Fora da Pauta

Fora da Pauta

Absolvido

Acusado de assassinato quando exercia a função de policial, o Pastor Carlos Dias foi levado a julgamento na quarta-feira, o qual durou cerca de 6 horas. A defesa foi do Dr. Jonas Tavares e outro advogado, que apresentaram como tese o cumprimento do dever legal e legítima defesa, que foi aceita pelo Conselho de Sentença. Com acusação de crime cometido há mais de 15 anos, quando era policial militar, foi absolvido com o voto dos 07 jurados que compuseram o júri popular ao qual foi submetido.

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Defesa

Carlos Dias declarou que agiu em legítima defesa e no exercício do seu trabalho ao abordar um homem acusado de assalto que resistiu à prisão e tentou atingi-lo com uma faca. “Não tive outra alternativa, fui obrigado a atirar. Mas isso me deixou tão mal que até pedi dispensa da corporação militar e resolvi seguir o Evangelho de Jesus Cristo”, declarou Carlos Dias, emocionado.

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Pastor

O ex-policial, que é candidato a vereador, também confirmou que continua no exercício de pastor da Igreja Assembleia de Deus e que não têm veracidade as informações de que teria sido expulso por cometer adultério. Ele refuta todas estas acusações e garante que mantém sólido seu casamento. Mais tranquilo, vai se dedicar intensamente à campanha eleitoral.

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Código

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) marcou para o dia 23 de outubro a votação do relatório da Subcomissão Especial de Crimes e Penas com um anteprojeto de lei que modifica o Código Penal (Decreto-lei 2.848/40). O texto aumenta a punição para os crimes cometidos contra a vida, a administração pública e o meio ambiente. Por outro lado, reduz a punição daqueles crimes patrimoniais cometidos sem violência física, como furto simples, por exemplo.

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Penal

O anteprojeto, elaborado pelo deputado Alessandro Molon (PT-RJ), altera as penas de nove tipos de crimes. O deputado argumentou que o objetivo é reequilibrar o rigor das penas de acordo com a gravidade dos crimes.

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Drogas

O ponto que promete maior polêmica na votação é a distinção objetiva entre usuários e traficantes de drogas no próprio Código Penal. O relatório de Molon propõe uma fórmula clara, respaldada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, para determinar a quantidade de droga apreendida que vai distinguir os dois grupos. Hoje, não há critério objetivo em lei para essa diferenciação.
 

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Cai a máscara

Há muito se sabe que, apesar da presença no Governo do Estado através do vice, o PT continua irredutível ao grupo Sarney, mesmo com alguns demonstrando na aparência que são aliados. Na verdade, apenas querem aproveitar o fato de estarem no sistema para conquistar votos nestas eleições. Um exemplo claro desta falsidade temporária é o que ocorreu em Campestre, onde o candidato a prefeito Valmir do PT mantinha uma aparência por orientação do deputado Antonio Pereira, cujo grupo apoia o petista. Não teve jeito. No início da semana, Valmir colocou em comício o deputado falastrão Domingos Dutra. ...

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Léo Cunha

O deputado estadual Léo Cunha também foi escolhido como alvo do deputado petista e de Valmir exatamente por ele apoiar o outro candidato, o Marcones Ribeiro, que é do PMDB, partido da governadora, dos senadores Lobão e João Alberto. Ou seja, todos integrantes do grupo Sarney. Agora, ficou fácil saber com quem estão os dois candidatos.

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