Juízes federais e do Trabalho paralisaram suas atividades em protesto contra o que classificam de “desvalorização de suas carreiras” pelas perdas remuneratórias que somam 28,86% desde 2005, quando foi adotado o regime de subsídio em parcela única. Eles também decidiram em assembleia não participar da Semana Nacional de Conciliação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que vai até 14 de novembro.
Nos fóruns de todo o Brasil serão feitas manifestações conjuntas. Os magistrados da União estão sendo orientados a comparecer às varas e juizados, mas que não realizem audiências ou emitam sentenças, exceto em “casos mais graves e urgentes” - réus presos ou quando para adoção de medidas cautelares.
Além da reposição, os juízes querem adicional por tempo de serviço e equiparação com a magistratura dos Estados e com o Ministério Público. Eles asseguram que não haverá prejuízo à população, “uma vez que as audiências que seriam realizadas durante a semana serão antecipadas ou marcadas para datas próximas”.
Por 303 a 206 votos, os delegados estaduais dos 50 estados americanos mais a capital Washington D.C. confirmaram a reeleição do presidente Barack Obama, candidato dos democratas, na disputa travada contra o candidato republicano e empresário Mitt Romney. A eleição, aparentemente apertada desde as pesquisas de opinião até o início da apuração, começou a ter um desenho mais tranquilo para o presidente reeleito.
Luís Fernando, que teve seu nome mais uma vez cotado para a disputa do Governo do Estado em 2014, declarou que o momento ainda não é propício para tratar do assunto. “É muito cedo para falar de sucessão. Estamos trabalhando para colocar a casa em ordem e o governo Roseana Sarney ainda nem chegou à metade”, afirmou.
Apesar de ser cedo para discutir o assunto, o ex-prefeito de São José de Ribamar também destacou que a decisão caberá à governadora Roseana Sarney. “Tenho certeza que no momento certo a governadora saberá conduzir esse processo”, afirmou Luís Fernando.
O secretário-chefe da Casa Civil, Luís Fernando Silva, afirmou ontem que não vê possibilidade de a base aliada à governadora Roseana Sarney (PMDB) não sair unida nas eleições para o Governo do Estado em 2014.
Luís Fernando disse receber com naturalidade as especulações sobre candidaturas agora – ele próprio e o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA), são apontados como os principais pretensos candidatos à sucessão da peemedebista -, mas rechaçou qualquer possibilidade de ruptura no grupo por conta da disputa por espaços eleitorais.