O comportamento da Federação Maranhense de Futebol em relação ao jogo de quinta-feira foi estranho em todos os sentidos. Isso porque os que dirigem a entidade trouxeram mais de 30 pessoas para servirem de seguranças e com as despesas por conta do Imperatriz. Até aí nada de anormal, afinal segurança tem que haver. O que foi ilegal - e por isso o advogado do Imperatriz deve acionar o Ministério Público - foi o fato de que todos eles vieram com tudo pago pelo time da casa, inclusive alimentação e o valor pela diária. Nada disso tem no ...
Paga-se 50 reais por diária para o pessoal trabalhar nos jogos e na quinta-feira foi cem reais; tinha segurança apenas nos portões de acesso - no resto do estádio, nada; nunca foi pago alimentação para seguranças ou pessoal, mas na quinta o time pagou; para completar, o regulamento diz que a administração e renda são sempre do time mandante do jogo. E por que deixaram acontecer a intervenção?
A Federação poderia até administrar o jogo, mas dentro das normas locais, ou seja, comandar seguranças, bilheterias e portarias com o pessoal do Imperatriz. Isso poderia ocorrer e seria até bom para a equipe, mas trazer 40 pessoas de São Luís para tirar os pagamentos da renda, não! Faltou pulso e coragem para peitar.
Ainda há tempo para que sejam recuperados os prejuízos e colocado um ponto final nas bravatas do seu Antonio Henrique e no próprio presidente da Federação, Antonio Américo, que - como advogado - sabe que agiu de forma ilegal e arbitrária. Sabe também que a Justiça pode corrigir e ainda solicitar que seja devolvido o dinheiro com juros e correção monetária. Mas será que a turma daqui terá coragem de entrar com ação judicial ou ficará calada?
Há um detalhe muito importante: como não se trata de problemas desportivos, em que os times não podem recorrer à justiça comum para não ser penalizados, não haverá problema algum em acionar a justiça para recuperar erros cometidos pela área financeira da federação.
O deputado Carlos Amorim (PDT) fez, na tarde de sexta-feira, uma visita de cortesia ao reitor da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), professor Natalino Salgado. Por mais de uma hora conversaram, principalmente, sobre a expansão da Ufma, na cidade de Imperatriz, onde vai funcionar, a partir do ano que vem, o curso de Medicina. Natalino Salgado ressaltou a boa qualidade do curso de Jornalismo e a implantação do Campus Avançado Bom Jesus, onde funcionarão, já em setembro, os cursos de Engenharia de Alimentos, Licenciatura em Ciências Naturais, Enfermagem e Mestrado em Ciências Sociais.
Carlos Amorim explicou que a visita era uma espécie de agradecimento pela expansão e interiorização da UFMA, em particular na região Tocantina. Formado em Direito pela Ufma, em 1996, Carlos Amorim disse que vai poucas vezes à Ufma e a cada retorno é positivamente surpreendido com nova estrutura e novos e modernos equipamentos nessa universidade pública.
O prefeito Madeira só falará sobre a sua sucessão após as eleições do ano que vem. A decisão do prefeito faz sentido, afinal como antecipar problemas quando ainda faltam mais de três anos para o pleito? O melhor é se concentrar em ações administrativas promovendo um governo diferente para se fortalecer politicamente e, desta forma, ficar dois anos afastado do poder. Para isso, terá que mudar por completo o atual modelo de gestão municipal. A população tem demonstrado que não é apenas asfalto que vai torná-lo prefeito exemplar administrativamente. Será necessário que conduza a máquina com obras ...