Missões
Um grupo de evangélicos da Congregação Betel, do Jardim São Luís, realizará neste final de semana viagem missionária para a Centro do Robertinho, no estado do Tocantins. Liderada pelo pastor Mauro, a turma pega a estrada no início da tarde.
Um grupo de evangélicos da Congregação Betel, do Jardim São Luís, realizará neste final de semana viagem missionária para a Centro do Robertinho, no estado do Tocantins. Liderada pelo pastor Mauro, a turma pega a estrada no início da tarde.
A sessão dessa quinta-feira (12) da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) foi especial. O tema em debate foi a Usina Hidrelétrica de Marabá. A sessão teve início às 9h e contou com a participação de prefeitos e vereadores de Marabá e dos outros municípios das regiões sul e sudeste do Estado, além de representantes de sindicatos, indústrias e da Eletronorte. Ainda na quarta-feira, a Comissão Permanente de Indústria, Comércio e Mineração da Câmara Municipal de Marabá convocou reunião com todos os vereadores e elaborou a pauta de discussão para que seja levada à capital e ...
O que preocupa os vereadores neste momento é que a direção do Ibama informou ao governo do Estado que não existe previsão de eclusa e de condicionantes para minimizar os impactos para a instalação da Usina Hidrelétrica de Marabá. A Hidrelétrica de Marabá tem custo estimado em cerca de R$ 12 bilhões e prazo de construção médio de cinco anos, com previsão de início das obras no máximo em 2015. O empreendimento formará um lago de 3.055 km² e serão inundados 1.115 km² de terras.
A nova hidrelétrica deverá impactar os municípios de Marabá, São João do Araguaia, Palestina do Pará, Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Nova Ipixuna, no Pará; Ananás, Esperantina e Araguatins, no Tocantins; além de São Pedro da Água Branca e Santa Helena, no Maranhão.
Em Marabá, as autoridades estão demonstrando preocupações quanto aos impactos que a hidrelétrica provocará no meio ambiente. Aqui não houve nenhuma preocupação e, por isso, hoje estamos sem qualquer autonomia para brigar pela volta do período de veraneio. Deixaram passar tudo em branco e à mercê do consórcio.
Para se ter uma ideia de como há acomodações de todos os lados, inclusive de quem deveria ter agido no período dos estudos, no caso os ambientalistas, no estado do Tocantins, foi feito um acordo entre governo, prefeituras e o Ministério de Minas Energia para que durante os meses de agosto e julho o movimento das águas fiquem estacionados e, desta forma, todas as cidades tocantinenses banhadas pelo rio Tocantins acima da usina continuaram com suas praias. A resolução marca do dia 10 de julho ao dia 20 de agosto.
Foi mostrado pela direção do consórcio o caminho para que possamos retornar a contar com as nossas belas praias. Resta saber se autoridades, entre eles secretário de meio ambiente, governo do estado, prefeituras municipais e deputados, querem iniciar o movimento a fim de que seja editada uma resolução nos moldes da existente e que privilegia os municípios tocantinos e que beneficia as cidades tocantinas e maranhenses abaixo do lado da hidrelétrica do Estreito.
A Suzano Papel e Celulose atingiu, em agosto, 25,6% de comissionamento da nova fábrica de celulose de Imperatriz. O comissionamento é a fase de testes, limpezas e checagens que antecedem o start up da planta. Em agosto, aconteceu a primeira queima de óleo diesel na caldeira de biomassa. Em julho, começou o funcionamento do circuito de utilidades (água, energia elétrica, ar comprimido, entre outros). O avanço físico geral da obra chegou a 92,2% e a montagem eletromecânica avançou para 77,3%.