O deputado Antonio Pereira, que é médico, usou a tribuna da Assembleia ontem para desejar boas vindas aos colegas que chegaram ontem ao Maranhão dentro do programa Mais Médicos. Pereira aproveitou para parabenizar o governo federal pela iniciativa e espera que os municípios possam, a partir de agora, ampliar o atendimento à população, especialmente em cidades mais afastadas.
Há uma ação de improbidade administrativa normal contra o ex-prefeito Franciscano, que se encontra em defesa. Com isso, ainda não está encerrada a ação. O ex-prefeito acionou seus advogados para apresentarem recursos e agora o processo se encontra aguardando decisão do TJ.
Diante disso, Franciscano, até que a ação seja julgada, continua com seus direitos políticos mantidos. Como os dados preliminares mostram que não há gravidade, certamente será julgado improcedente para contrariedade daqueles que torcem contra e que a cada dia vem surgindo com força para retornar ao cargo de prefeito do Brejão.
Cresce em João Lisboa a expectativa de que a ex-primeira dama do município, Preta Menezes, deverá disputar a sucessão municipal. Emiliano Menezes ainda não se reportou a este assunto, mas quem tem circulado entre o casal confirma que já houve menção a esta possibilidade.
Ocorre que Preta é cunhada do atual prefeito, Jairo Madeira, o que precisa ser visto pela legislação em vigor que trata sobre a sucessão de parentesco em cargo do executivo. Se tiver condições, será uma candidata forte.
Prefeitos que reclamam da impossibilidade de firmarem novos convênios por conta da inadimplência deixada pelos gestores anteriores são porque não têm assessores ou não querem fazer nada. Nestes casos, basta apresentar pedido de liminar para que seja autorizado a firmar novos convênios e o gestor anterior ser responsabilizado. O resto é conversa fiada.
Como não é possível as assembleias legislativas criarem CPI para investigar o Governo Federal, as câmaras de vereadores não podem investigar o governo estadual. É com este argumento que o vereador José Carlos pretende pedir a extinção da CPI da Caema. Caíram na real.
Metidos a sabichões, os vereadores que formam a CPI precisam entender que o circo que eles armaram terá que ser desfeito, pois a Justiça poderá a qualquer momento parar a brincadeira. Deviam ter visto isso antes.