A morte precoce da cantora e compositora britânica Amy Winehouse, no sábado (23), aos 27 anos, nos leva a refletir sobre a questão das drogas no Brasil. Antes de aprofundarmos sobre dados estatísticos no que diz respeito às drogas, vamos deixar uma pergunta no ar: o que leva uma moça simpática, de muito talento, muito dinheiro, fama, a escolher o caminho das drogas?
Quando o artista sai do auge, das manchetes dos jornais e das revistas e entra no ostracismo, é diferente. Agora, uma artista no topo da carreira começar aprontar, se apresentando bêbada ou drogada, sem lembrar as letras das músicas, mostrar os seios em sacadas de hotéis e praias, cancelar apresentações, é lamentável. É triste. E isso ocorre por causa das drogas.