Alberto teve uma infância muito dura e na adolescência também batalhou bastante. Aos 18 anos (1969) ele veio para Imperatriz. Apesar do pouco estudo, fez o concurso do Banco do Brasil, foi aprovado e ficou seis anos na instituição. Mas ao contrário de muitos jovens que queriam entrar no BB, Alberto pediu para sair do banco e foi ser motorista de táxi (“chofer de praça”, como ele diz). “Eu não gostei de trabalhar no Banco do Brasil na época. Preferi trabalhar na mata por minha conta. Comprei umas posses de terra na mata do Pindaré (MA), consegui documentar a terra e fui mexer com madeira e com fazenda. Depois, vendi a fazenda lá e comprei outra aqui na região de Imperatriz, onde crio gado e mexo com serraria há quase 35 anos”, relatou o empresário, torcedor do Vasco da Gama.