Coluna do Lima Rodrigues

Coluna do Lima Rodrigues

Primeiro show

“Eu só tocava teclado praticamente. O meu primeiro show foi numa churrascaria de Imperatriz. Fiquei tanto tempo em pé que passei dois dias doente. No decorrer da profissão, a gente vai se habituando, se acostumando e se entrosando bem com os músicos”.

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Bar do Belchior

No Bar do Belchior, na Babaçulândia, na estrada que vai para João Lisboa, ele já canta há mais de 10 anos e sente-se em casa, porque foi lá que praticamente as portas se abriram para o sucesso.

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Multidão

Hoje Stênio não consegue cantar em casas pequenas, “sem querer menosprezá-las”, como ele destacou, por causa do grande público que vai assistir a seu show. “A gente não quer cantar em alguma casa pequena em que a aglomeração de pessoas possa trazer algum problema, devido ao excesso de gente”, ressaltou o cantor, que arrasta multidão.

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Povão e elite

“Eu canto em todos os lugares; desde os locais frequentados pela alta sociedade ou até aqueles frequentados por gente simples. Mas o meu principal alvo é o povão. E quando o povão demonstra que está gostando, aí a coisa chega na alta sociedade, digamos na elite”.

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Avançando fronteiras

Stênio hoje é a maior estrela musical da região tocantina, do norte do Tocantins e do sul e sudeste do Pará, incluindo cidades como Marabá e Parauapebas, Araguaína e outras tantas do Maranhão. Agora ele está indo mais longe. No sábado, fez um mega show em Parnaíba (PI).

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Dedicação

“Isso tudo é decorrência de um trabalho, de uma dedicação. Por trás disso há dedicação de todos, de uma equipe e, claro, uma dedicação maior da minha parte. Gosto das coisas corretas”.

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Profissionalismo

“O cantor não pode saber só cantar. Ele tem que ter uma visão empreendedora. É uma profissão igual a qualquer outra. Se você não souber administrar, se comportar, você continua no mercado, mas não evolui e não é visto de forma gloriosa. Não sente a aceitação de um público de massa. Se não tiver dedicação, não vai pra frente. E um detalhe: tudo que eu faço é com muito amor e carinho”.

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Tristeza, que nada

Stênio é extrovertido, alegre e gosta de brincar com as fãs que sempre o cercam após cada show. Na vida, ele não gosta de tristeza. “Quando a tristeza chega, ela fica pouco tempo. Trabalho com música. Só tenho alegria. Para quem trabalha com música é mais fácil se recuperar de qualquer tristeza. Nós, artistas, mexemos com os sentimentos das pessoas. A gente fica 24 horas falando de amor e paixão e dos momentos bons que aconteceram na vida de um e de outro. Então, sou um pouco vacinado contra o baixo astral. Tristeza, que nada”, afirmou.

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