É um caso sério a presença de dependentes químicos na Praça de Fátima. Eles tomaram uma parte daquele logradouro, onde passam dia e noite e ali fazem as suas necessidades. O mau cheiro é insuportável. Além disso, há aqueles que xingam pessoas e até partem para tentativa de agressão quando não atendem seus pedidos. Reclamações não faltam, mas as autoridades competentes continuam anestesiadas. Irritada diante dessa omissão, ontem pela manhã uma pessoa aproveitou a presença do juiz Márlon Reis na praça para queixar-se. Mas a atuação do juiz é na comarca de João Lisboa.