Em Timon, um padre está participando de comícios de um candidato a prefeito. Isso mesmo. Uma atitude que a Igreja Católica deveria combater com rigor. É inadmissível. As igrejas, católicas ou evangélicas, não deveriam se envolver em política-partidária. Até porque os seus seguidores se dividem entre vários candidatos. O que deveriam fazer era pedir aos seus fiéis, sem puxar para A ou B, a avaliar os candidatos e, de acordo com a sua própria consciência, escolher o que achar melhor. E não querer empurrar de goela a baixo fulano ou cicrano. A missão do padre e do pastor é outra. É uma vergonha o que se vê hoje, e é dos dois lados: Católico e Evangélico. É inadmissível que um templo seja transformado em palanque eleitoral. A política-partidária não pode ser misturada com religião. E quem ganhar, seja de que religião for, tem a obrigação de governar para todos.
Edição Nº 14513
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