No domingo passado, a coluna abordou que a questão de afastamento de prefeito só dura o tempo dos recursos chegarem a São Luís. Foi citado como exemplo o caso do prefeito Vanderlúcio, de São Pedro d’Água Branca, que voltou logo ao cargo. Agora é o caso do prefeito de Ribamar Fiquene, Israel Ribeiro de Vasconcelos (PSB), conhecido como Vasco. Ele foi cassado na sexta-feira, 12, mas no início desta semana já estava de volta ao cargo, por decisão do TRE. Vasco foi recebido em Ribamar Fiquene com festa, na terça-feira. O segundo colocado, Salomão Filho, não teve chance de sentar na cadeira. Nem mesmo o presidente da Câmara, que deveria assumir interinamente até a diplomação e a posse de Salomão Filho. O afastamento do prefeito, segundo o juiz José Carlos Souza Silva, poderia gerar insegurança no município e causar danos à administração pública. Foi suspensa até o julgamento de mérito.