Um projeto de lei do vereador Marco Aurélio dispondo sobre a instituição da política municipal de incentivo ao livro e ao hábito de leitura provocou polêmica na sessão de ontem. O parecer da Comissão de Constituição, Justiça e Redação foi contrário. O presidente da CCJ, João Francisco Silva, esclareceu não ser contra a proposta, mas que era contra o projeto porque é inconstitucional, já que gera despesa ao município. Com isso, sugeriu ao autor que apresentasse uma Indicação solicitando ao Executivo o envio do projeto. Só que ao ser levada a votação em plenário, a matéria foi aprovada, e agora vai para a Comissão de Educação. João Silva disse não entender a posição dos vereadores Richard, Fátima Avelino e Carlos Hermes, que assinaram o parecer da CCJ, mas votaram contra. “Ou serve a Deus, ou ao diabo”, esbravejou Silva
Edição Nº 14658
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