O ex-vereador de Imperatriz, Pastor Luís Gonçalves, revelou nas redes sociais ser favorável que o pastor que queira entrar para política-partidária terá que se afastar da direção da igreja ou de qualquer outro cargo que ocupe na mesma e/ou convenção. Ele se manifestou em função de um artigo do professor João Abrantes, pós-graduado em políticas públicas, palestrante e graduando em direito. Abrantes diz que “agora, mais do que reprovável e revoltante, é o fato destes pseudos “pastores” e líderes religiosos, não satisfeitos com suas façanhas, transformarem os cultos em verdadeiros comícios e as igrejas em comitês de campanha eleitoral”. Diz ainda que há líderes religiosos com coragem de afirmar que é candidato por missão e ordem de Deus. “Não satisfeitos, alguns chegam a afirmar que foram orientados pelo Espírito Santo. Mas o mais abominável de tudo é que eles fazem acordos inescrupulosos, acertos infames e vendem para o lado podre da política a consciência dos membros a fim de obterem benefício para si próprio e para suas igrejas”.
- Pois bem, se assim é, o Pastor Gonçalves não deixa de estar cheio de razão.
Edição Nº 14933
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