Se a soma dos votos que poderiam ser dados aos pré-candidatos dos partidos da chamada esquerda é suficiente para derrotar Madeira ou outro adversário, por que não se unem? É porque a coisa não é bem assim. Esse negócio de transferência de voto é complicado. Se Pastor Porto, por exemplo, não for candidato, todos os seus votos irão para Sanches? Os votos de Sanches ou de Porto iriam para Carlinhos? Não sobraria nada para os adversários? Transferir voto não é para qualquer um. Exemplos é o que não faltam. Portanto, é muito diferente o que é colocado no papel do que é colocado nas urnas...
Edição Nº 14320
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