A traição está correndo frouxa na campanha eleitoral em Imperatriz. Há candidatos a vereador infiéis, que estão pedindo voto para candidato a prefeito de outra coligação. Há também os que preferem ficar neutros. Mas há casos em que os infiéis têm até razão. Os seus partidos não seguem o rumo desejado por eles. Quando vão se filiar, o partido mostra um rumo e na hora das alianças toma outro. Isso acaba revoltando o candidato, que decide seguir sozinho ou “pula a cerca”, traindo o candidato a prefeito. Ontem mesmo surgiu a informação de que um candidato do Democratas estaria apoiando um prefeiturável de outra sigla. E o PMDB está coligado com o Democratas, mas conta-se nos dedos os que seguem a candidata Rosângela Curado.